A convenção foi só o começo!

A união sempre pregada pelo movimento lojista deve ser ainda mais valorizada neste momento

 

A 35ª Convenção Estadual do Comércio Varejista do Estado do Rio de Janeiro foi um sucesso. Portanto, aproveito a oportunidade para, primeiramente, em nome da FCDL/RJ, agradecer a presença de todos os companheiros lojistas, aos palestrantes, parceiros e patrocinadores pela realização do evento. No entanto, engana-se quem pensa que a nossa convenção tenha acabado no dia 27 de agosto e ficado restrita aos participantes que estiveram reunidos em Teresópolis. Ao retornar para cada município de origem, os lojistas e líderes do sistema CNDL sentiram que a mala estava mais pesada: todos colocaram na bagagem a missão de disseminar o conhecimento em cada canto do nosso Estado. Portanto posso afirmar que os trabalhos não chegaram ao fim, mas estão apenas começando.

Vivemos dias intensos com novos aprendizados, práticas inovadoras e troca de experiências. Pudemos absorver muitas informações e conceitos que podem e devem ser usados em nossos negócios e nossas entidades. Em um momento de dificuldades econômicas, debatemos perspectivas, tendências e desafios para o comércio e a palavra mais enfatizada por todos, inclusive em meu discurso de abertura, foi a união. Desta forma, o retorno para casa deve, também, enfatizar o poder da união junto aos nossos companheiros para o desenvolvimento do setor em cada município.

De nada adiantaria guardar os conhecimentos e aplica-los de forma a desenvolver A ou B se o mesmo desenvolvimento não alcançar os diversos setores que compõe a sociedade. De acordo com indicadores, a parte mais grave da crise econômica já passou, vivemos um momento de recuperação. Para que seja acelerada, o empenho e a união são fundamentais.

É hora de cada CDL mostrar aos lojistas que a união por meio da entidade, que oferece vantagens aos associados, garantirá avanços importantes para o coletivo. É hora do lojista estar unido com o consumidor, promovendo campanhas e ações que sejam capazes de levá-lo novamente a comprar. É hora de ter uma comunicação objetiva com o poder público para que ambos cooperem, um com o outro, para o desenvolvimento local. É hora, ainda, de criar ou fomentar diálogos com representatividades de outros segmentos, afinal vivemos em uma cadeia produtiva.

A convenção foi só o começo! A união sempre pregada pelo movimento lojista deve ser ainda mais valorizada neste momento. Arregaçar as mangas para trabalhar, algo que já está no sangue de quem é apaixonado pelo comércio, agora deve ser um ato conjunto e contínuo para que, muito em breve, todos estejamos mais fortes.